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comentário de Célia

Oi…. passei por aqui pois visitaram meu blog e deixaram este endereço. Estive olhando os tópicos e encontrei coisas bem interessantes; dentre elas estas dicas para aplicação de maquiagem, coisas que nunca encontraria na área que atuo: Educação. Vou tomar a liberdade de levar estas dicas para colocar em meu blog: Deficiência e Inclusão Social, pois apesar de trabalhar na área da Educação procuro dar enfoque em todos os tipos de situações em que a pessoa portadora de deficiência possa melhorar sua qualidade de vida. São informações que parecem simples para quem não precisa, mas são valiosas e podem fazer a diferença na vida de quem precisa. Parabéns pela sua página!!! Adorei sua visita, passe por lá mais vezes, adoro comentários e sugestões, pois tenho aprendido muito com as pessoas que passam por lá e deixam dicas ou até pedem ajuda; mesmo quando não sei vou atrás para responder. Beijos no seu coração…

RI- seja bem vinda professora! adoramos seu comentário.

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Luciana de Almeida Costa nasceu em Barretos no dia 16 de outubro de 72.
Foi boia-fria, doméstica, cursou a faculdade de Educação Física em Catanduva e é graduada em Odontologia pela Unifeb de Barretos. Com a morte do deputado Enéas Carneiro, Luciana Costa assumiu a vaga de deputada federal em 8 de maio de 2007.
Na Câmara Federal, a deputada tem cadeira titular nas comissões permanentes de agricultura, pecuária e desenvolvimento rural, atuando ainda na defesa do consumidor. Como representante da mulher, Luciana Costa tem apresentado projetos voltados para a família, a infância e a juventude. A deputada tem incentivado programas de fomento do turismo rural e do esporte de base. Em 2009, recebeu a medalha da Ordem do Mérito, Ministério Público Militar, Alta Distinção.
Luciana Costa foi a maior novidade da política barretense recente. De filiada ao Prona, com uma campanha humilde para o legislativo, foi convocada para assessorar o deputado Enéas Carneiro. Foi sua primeira suplente, aprendendo com o mestre a assumir posição, postura e missão. Em pouco tempo, mergulhou na difícil arte da política brasileira.
A vida tem sido dura para a boia-fria de ontem, que passou fome na infância, sofreu maus-tratos domésticos e superou marcas e decepções. E mesmo depois da “transformação política”, chegando ao parlamento, tratou de cultivar a simplicidade e o zelo no trato com o próximo.
Sem ser ingênua, teve que aprender rapidamente as artimanhas da política. Apesar de ganhar a vaga de Enéas Carneiro, não recebeu do experiente político as lições práticas do convívio parlamentar. Foi aprender sozinha, enfrentando a tribuna, as provocações e as insinuações dos bastidores do poder.
-Luciana Costa tem feito enormes esforços para representar Barretos e a região na Câmara Federal.
A deputada tem sido hábil em escutar, cuidadosa no falar e persistente no agir. Muitas vezes passa a imagem de “insegurança” ou “dúvida”. Mas sua história de vida é de adaptações continuadas, de aprendizado permanente e de superação de desafios insistentes.
-Luciana Costa chegou onde muitos tentaram e não conseguiram e alguns até talhados para a política não tiveram a coragem de encarar.
Difícil definir hoje o futuro político da deputada federal Luciana Costa. Entretanto, completando 37 anos de vida, tem muitas histórias para contar, testemunha da fé que remove montanhas. Mais ainda: sem confundir simplicidade com ingenuidade, sem trocar dignidade por arrogância, atenta as origens humildes e sonhando sempre com um país melhor, a deputada federal Luciana Costa serve de estímulo para uma nova geração de políticos barretenses.

Justa homenagem para uma parlamentar que está sempre atenta as questões da inclusão.

Parabéns deputada Luciana Costa

fonte = http://www.odiariodebarretos.com.br

Hello world!

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UMA NOVA EXPERIÊNCIA,

EUREKA LABs

Instituto São Rafael torna a inclusão possível em escolas regulares

Deficientes visuais podem frequentar 76 instituições regulares de ensino na capital e contar com o apoio de professores itinerantes

Amanda Almeida – Estado de Minas

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MARCOS MICHELIN/EM/D.A PRESS

Cego desde o nascimento, João Victor, de 6 anos, tem vida normal como qualquer criança: faz natação e quer tocar piano

João Victor Alvim Messias, de 6 anos, tem um jeito particular de ver o mundo, que surpreendeu a professora Fernanda Ferreira logo nos seus primeiros dias de aula em fevereiro. Ela contava aos 20 alunos que, depois de uma cirurgia, tinha de usar uma cinta no abdome para auxiliar a recuperação. Braços esticados, o menino a tateou e fez mais uma de suas descobertas. “Levamos um tempo para assimilar que ele simplesmente vê com as mãos”, conta a supervisora do Colégio Cristão de Belo Horizonte, na Região Nordeste da cidade, Luciane Fares.

Ainda recém-nascido, João Victor perdeu a visão fisiológica, mas não a capacidade de enxergar. Decifra o mundo com as mãos, os ouvidos e o coração: uma lição e tanto para os companheiros de escola. Hoje, ele integra um projeto do Instituto São Rafael de inclusão dos deficientes visuais em escolas regulares. Inserir o menino em uma escola regular sempre foi o sonho da mãe, Viviane Alvim, de 36. “Tinha a opção de deixá-lo em uma turma especial no Instituto São Rafael, mas a vida dele não ia ser só lá. O mundo dele é o mesmo que o nosso e ele tem que conviver com todos”, acredita. O próprio instituto se responsabilizou pela inclusão do menino em uma turma regular, quando a mãe o matriculou no Colégio Cristão.

Criado em 1989, o projeto de professores itinerantes do São Rafael atende 76 escolas que recebem alunos com pouca visão ou cegueira. “É importante que os colégios possibilitem a inclusão do deficiente. Qualquer colégio pode requisitar nosso trabalho ao recebê-los. Basta abrir a porta para ajudarmos na adaptação”, explica Paula Branco Morais, uma das cinco professoras que visitam as escolas.

Esperto e desprendido, João Victor sabe contar detalhes de sua história. “Para começo de conversa, nasci da barriga da minha mãe. Éramos gêmeos e com apenas seis meses de gravidez a barriga ficou tão grande que ela precisou procurar o médico. Então, nós nascemos prematuros. Minha retina não estava bem formada e se descolou”, descreve. A cegueira foi descoberta quando o garoto tinha 3 meses. Como não esboçava reações a movimentos em frente ao seu campo de visão, a mãe começou a desconfiar. “Chorei uma semana seguida depois da notícia. Mas parei e pensei: meu filho não precisa de alguém fraco ao lado dele. Me fortaleci e me esforço para dar uma vida normal a ele”, lembra Viviane. A irmã gêmea, Ana Vitória Messias, não teve as mesmas complicações e enxerga normalmente.

Família

Com o apoio do marido e da família, Viviane largou o emprego de doméstica e passou a se dedicar exclusivamente ao filho. Desde os primeiros meses de vida, João Victor frequenta o Instituto São Rafael e é acompanhado por profissionais da área da saúde e educação de clínicas particulares. “Queria que ele se desenvolvesse e não dependesse da ajuda dos outros. Não quero que ninguém veja meu filho como ‘coitadinho’ ou anormal. Desejo que ele tenha a mesma vida da minha filha. E, por enquanto, estou conseguindo”, diz.

Quando estava prestes a completar 2 anos, o menino sofreu mais uma perda. Depois de um acidente de trânsito, o pai morreu. “Ele faz falta na criação. Mas proteger o meu filho foi um grande motivo para me reerguer”, conta Viviane. Ela voltou a morar com a mãe, três irmãs e três sobrinhos no Bairro Renascença, na Região Nordeste da capital. “O João Victor é a nossa paixão. Uma das minhas irmãs fez curso de braile para ajudá-lo e eu também pretendo fazer ainda este ano. Fiquei emocionada quando ele aprendeu a separar sílabas”, relata uma das tias Roberta Alvim, de 37.

A COLABORADORA FERNANDA COUTINHO NOS ENVIOU O LINK: FONTE

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/09/29/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=129625/em_noticia_interna.shtml

CNAS
ThaysMarciaDiesel
na foto: Thays Márcia e Diesel
Thays Martinez, advogada paulista é a mais nova conselheira do CNAS.
Thays Martinez,  presidente do Instituto IRIS é ativista dos direitos humanos e, compoe a equipe da consagrada Fundação Dorina Nowill.
O conselho Nacional de Assistência Social, conta agora além dos seus dedicados conselheiros, com um membro honorário, o cão guia Diesel, que já virou o xodó de todos no MDS.
a seguir as fotos e o link de um dia de trabalho.
O professor *Renato Francisco dos Santos Paula*, sempre muito compenetrado!
O professor *Renato Francisco dos Santos Paula*, sempre muito compenetrado!
conselheiro José Cruz
conselheiro José Cruz
conselheira Dolores, representante da federações das APAEs
conselheira Dolores, representante da federações das APAEs
irmão Vicente Falqueto, fazendo a sua contribuição para a palestra aula.

irmão Vicente Falqueto, fazendo a sua contribuição para a palestra aula.

Fátima Aparecida Rampin

Fátima Aparecida Rampin

Thays Martinez, absorvendo, super atenção.

Thays Martinez, absorvendo, super atenção.

grupo de trabalho, Edvaldo, Thays e Carlos

grupo de trabalho, Edvaldo, Thays e Carlos

As sorridentes Valéria Maria de Massarani Gonelli, Marcia Maria Biondi Pinheiro com o presidente ao fundo sorridente também!

As sorridentes Valéria Maria de Massarani Gonelli, Marcia Maria Biondi Pinheiro com o presidente ao fundo sorridente também!

panorâmica do grupo de trabaç

panorâmica do grupo de trabalho

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link

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Saiba mais sobre isenção fiscal

SEUS DIREITOS

Revista Encontro

Por Zu Moreira

Deficientes físicos e portadores de doenças graves têm direito a isenção de impostos em operações diversas

Quase ninguém sabe

Fonte: http://www.revistaencontro.com.br/edicao/99/quase-ninguem-sabe

Em agosto do ano passado, Luiz Gustavo Lamac Assunção levou um tiro durante assalto em Belo Horizonte, provocando a perda total da visão. Solteiro, 30 anos, gerente de vendas de uma multinacional do ramo da construção pesada, voltou ao trabalho um mês após sofrer a violência. Aos poucos vai se adaptando à nova vida e agora resolveu cobrar, na Justiça, di­reitos reservados a deficientes e por­tadores de doenças graves.

Por meio de um escritório de ad­vocacia, ele busca a isenção do Im­posto de Renda e a restituição do Im­posto sobre Transmissão de Bens Imó­veis (ITBI) incidente na venda de imóvel que era de sua propriedade. Os advogados também vão entrar com um processo administrativo na Receita Federal para pedir a restituição do IR que incide diretamente sobre seus rendimentos. Nesta situação, a Receita Federal só reconhece a isenção para rendimentos oriundos de aposentadoria e pensão. Mas a defesa vai argumentar o princípio da igualdade para que o cliente também seja contemplado.

Muita gente não sabe, mas deficientes e portadores de doenças graves têm direito a isenção de impostos em várias operações, como a compra de um carro zero quilômetro. São consideradas doenças graves, para fins da isenção de tributos, aids, alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, contaminação por radiação, doença de Paget em estados avançados (osteíte deformante), doença de Parkinson, esclerose múltipla, hanseníase, tuberculose ativa, entre outras. O caminho a percorrer, no entanto, costuma ser longo e demorado, e os tribunais são em muitos casos a única opção para quem quer ter seus direitos preservados ou reconhecidos.

“Para cada tributo, o portador deverá ir pessoalmente ou por procurador a cada repartição fazendária e preencher os formulários de isenção, juntando os documentos que comprovam sua deficiência. Após análise de cada caso, a isenção é concedida”, ex­plica a advogada tributarista Lílian Márcia Marteleto Barros, do escritório Albino Advo­gados Associados, responsável pelo ajuizamento das ações de Luiz Gustavo. Ela ressalta que a burocracia faz com que muitas pessoas desistam no meio do caminho.

Doenças Graves

Aids
Câncer
Cegueira
Esclerose múltipla
Parkinson
Transtorno mental
Contaminação por radiação
Hanseníase
Doença renal, do fígado, do coração
Paralisia e
Tuberculose

Lílian Marteleto

Para a tributarista Lílian Marteleto a falta de informação dificulta a aplicação dos benefícios

Segundo a especialista, para obter a isenção do IR, IPI e IOF, tributos do governo federal, o contribuinte deverá se dirigir à unidade da Receita Federal. Já para o ICMS e o IPVA, impostos estaduais, deverá comparecer à Secre­taria da Fazenda de seu estado.

Lílian afirma que, em tese, todo de­ficiente poderá usufruir da isenção, “enquanto estiver na posição de contribuinte, gerando renda, adquirindo veículos”. “Mas o que vemos na prática, na maioria das vezes, são pessoas em estado avançado, terminal, que de pendem apenas dos rendimentos da aposentadoria ou alguma pensão. Neste caso, a pessoa terá assegurado o direito à isenção do IR sobre estes rendimentos enquanto receber aposentadoria ou pensão”, completa .

A tributarista não sabe mensurar na prática os prazos de tramitação dos processos: “Caso o benefício não seja concedido, o deficiente poderá ingressar em juízo para pleitear o seu direito à isenção. No caso, ele poderá entrar com um mandado de segurança e conseguir uma liminar para ser imediatamente cumprida pelos órgãos fazendários”, conta.

“No meu caso, acho que é uma obrigação do Estado conceder esses benefícios, porque ele foi responsável indireto pelo que aconteceu comigo, já que vivemos em um clima de insegurança”, avalia Luiz Gustavo, que  entre agosto de 2008 e janeiro deste ano foi acompanhado por um corpo médico. “O reembolso do meu plano de saúde é baixo em relação ao custo”, afirma. Outras despesas, como a contratação de um motorista, compra de medicamentos e aquisição de programas de computador para leitura de e-mails, também pesam no orçamento.

Para a tributarista Lílian Marteleto. “as pessoas não têm essas informações de forma clara e objetiva”. Ela observa que muitas vezes a imprensa tem divulgado de forma equivocada a extensão dos benefícios da isenção aos deficientes físicos, o que dificulta ainda mais o cumprimento da lei.

Saiba mais

Para requisição na Receita Federal

Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF):
São isentos os rendimentos do portador de doença grave relativos a aposentadoria, pensão ou reforma (outros rendimentos não são),
incluindo a complementação recebida de entidade privada e a pensão alimentícia. Não há limites, todo o rendimento é isento do Imposto de Renda Pessoa Física. As alíquotas são de 15% e 27,5%.

Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI):
As pessoas portadoras de deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas, ainda que menores de dezoito anos, poderão adquirir, diretamente ou por intermédio de seu representante legal, com isenção do IPI, automóvel de passageiros ou veículo de uso misto, de fabricação nacional. A alíquota do IPI para os veículos é de 7%, para veículos zero quilômetro, 13% para automóveis com motor entre mil e duas mil ­cilindradas movidos à gasolina.

Imposto sobre Operações Financeiras (IOF):
São isentas do IOF as operações de financiamento para a aquisição de automóveis de passageiros de fabricação nacional de até 127 HP de potência bruta, quando adquiridos por pessoas portadoras de deficiência física, atestada pelo Departamento de Trânsito do estado onde residirem em caráter permanente. A alíquota vigente sobre Pessoas Físicas é de 0,0041% ao dia + Alíquota adicional de 0,38% sobre as operações de crédito, independentemente do prazo.

Imposto sobre as Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS):
A isenção do ICMS para carros novos até R$ 60 mil é concedida apenas para os deficientes condutores que possuem habilitação. A alíquota do ICMS para os veículos é de 12% para as vendas realizadas dentro do estado de Minas Gerais.

Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA):
Esta isenção só será encaminhada quando veículo zero ou usado estiver devidamente documentado em nome da pessoa portadora de deficiência física. Para o IPVA o deficiente físico ou portador de doença grave somente conseguirá a isenção se ele for o condutor, se não for não será isento. Em Minas Gerais o IPVA é de 4%.

link para o artigo, click na figura:

link-revistaencontro

http://www.revistaencontro.com.br/edicao/99/quase-ninguem-sabe

agradecimentos a amiga Fernanda Coutinho que indicou esta matéria

O primeiro portal de inclusão social desenvolvido na Baixada Santista, www.institutoinclusaobrasil.com.br, prevê quebra de paradigmas, facilitação de acessos e informações concentradas.

O Brasil, de acordo dados do Ibope Nielsen Online, alcançou neste último mês de julho 64,8 milhões de brasileiros com acesso à internet, com um aumento de 4% comparado ao mês anterior. Além disso, o país continua na liderança do ranking de 10 países no que se refere ao tempo de navegação por usuário: 71 minutos e 30 segundos. Em paralelo a estas informações, diversos programas do governo, e também não governamentais, apresentam propostas de aumentar a inclusão social, seja entre classe social, nível educacional, pessoas com deficiência física e intelectual, idosas ou minorias raciais entre outras que não têm acesso a várias oportunidades. Se a internet cada vez mais se apresenta como veículo comum entre a população, porque não apostar na rede como meio de propagação destes planos?

É o que propõe o Instituto Inclusão Brasil com a publicação do primeiro portal na internet, desenvolvido na Baixada Santista, voltado à inclusão social (www.institutoinclusaobrasil.com.br). “O site do Instituto tem como objetivo tornar-se um centro de convergência de informações deste setor e mostrar como é possível melhorar a dignidade humana, a qualidade de vida e o desenvolvimento de um país em que organizações e governo caminham lado a lado para o bem comum” analisa a consultora em Educação Inclusiva e psicóloga Marina Almeida. A idéia do portal nasceu da expertise adquirida pela psicóloga, que vem trabalhando há mais de 20 anos na produção e promoção de projetos em inclusão educacional e responsabilidade social para secretarias de educação, escolas particulares, empresas, instituições e ONGs, que acredita que a inclusão social pode ser propagada pelo meio digital. “A inclusão digital insere-se no movimento maior de inclusão social, um dos grandes objetivos compartilhados por diversos governos e uma das principais metas para um país com tantas diferenças como o nosso” finaliza Marina.

Mais do que fornecer informações a interessados, o site prevê a usabilidade para diversas pessoas com deficiências, como o sistema para síntese de voz e navegação pelas imagens com descrição de significados de conteúdo. “O site do Instituto Inclusão Brasil foi idealizado segundo os padrões do desenho universal de acessibilidade para pessoas com ou sem deficiência, recebendo dois selos de recomendação. Pretende ser um espaço para divulgação de informações contendo uma variedade de links de referência e artigos de diversas áreas do conhecimento humano, sejam Educação, Direitos Humanos, Psicologia, Psicanálise, dentre outros” explica a psicóloga.

O selo AAA refere-se à Acessibilidade Brasil, estabelecendo que o site segue as normas e critérios para a promoção de acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, princípios preconizados pela Lei Federal de Acessibilidade (Lei no. 10098). Outro selo é o de validação do CSS para o W3C. Selo este que aprova que o desenvolvedor do site teve o cuidado de criar uma página interoperável, ou seja, que podem ser acessada e visualizada por qualquer pessoa ou tecnologia, independente de hardware ou software utilizados, como celulares, PDAs, de maneira rápida e compatível com os novos padrões e tecnologias que possam surgir com a evolução da internet.

Sobre o Instituto Inclusão Brasil
Sensibilidade aliada à competência profissional. Esses são os principais quesitos que fazem do Instituto INCLUSÃO BRASIL referência em seu mercado de atuação. Os serviços oferecem uma vanguarda, perpassam pela inclusão de alunos com deficiência na escola regular, sendo inspirada nossa práxis profissional educacional no modelo de intervenção através da experiência internacionalmente reconhecida da Escola da Ponte de Portugal, sendo que o Instituto conta com o colaborador Prof. José Pacheco, idealizador desta escola.

As empresas necessitam cada vez mais atrelar sua imagem ao respeito à sociedade, ao indivíduo e às localidades onde estão inseridas. Muitas delas compreendendo a importância desse fator, criaram institutos ou fundações que tem como objetivo beneficiar seus públicos com ações que incluem saúde, educação e qualificação profissional. A inovação do Instituto Inclusão Brasil traz em seu know how a experiência Italiana, consolidada há 30 anos, por Carlo Lepri e Enrico Montobbio, na inserção de pessoas com síndrome de Down e deficientes intelectuais no mercado de trabalho.

Esses benefícios se voltam para a própria organização, oferecendo uma sociedade mais capacitada e equilibrada, em um ciclo virtuoso que se renova a cada nova ação. Essa forma de conduzir os negócios baseada no compromisso contínuo com a qualidade de vida atual e das gerações futuras, por meio de um comportamento ético, que contribui para o desenvolvimento econômico, social e ambiental, complementam a atuação do Estado e promovem um país mais justo e igualitário. Mais sobre o Instituto Inclusão Brasil no site www.institutoinclusaobrasil.com.br

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