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Archive for the ‘Dia a Dia’ Category

Cadê meu casaco branco?

cadê

Sábado foi o casamento da minha irmã. Ela se casou durante o dia, o que facilitou um pouco a escolha da minha roupa. Durante a semana, que foi super corrida, fiquei pensando sobre o que vestiria e decidi ir com uma calça jeans preta com brilho no próprio tecido, uma camisa cinza e um casaco branco, mais curto que a camisa pra dar um UP! no visual. Sei que devemos evitar usar branco em casamentos, porque é a cor da noiva, mas, como era apenas um casaco, achei que tudo bem.

Acordei no sábado meio atrasada e tomei um banho voando. Depois corri pro shopping para fazer as unhas e quase perco meu horário. Antes de voltar pra casa resolvi pedir um help para as meninas do Boticário e elas me fizeram uma maquiagem mega plus.

Pronto, agora era só vestir a roupa e correr para o casamento.

Porém…

A história não foi tão simples assim. Quando fui procurar o tal do casaco branco… Cadê? Abro um armário, procuro na porta que costumo guardar os casacos e nada. Abro outro armário e nem sinal do casaco branco. Vamos tentar a arara, que, teoricamente, serviria apenas para colocar as roupas que acabo de tirar, mas, que tem quase mais roupas do que o próprio guarda-roupas; nada!

Começo a ficar aflita. Nessa hora penso que o Diesel, meu cão guia, bem que poderia saber procurar roupas, mas, nem cores os cães vêem.

Vamos lá, fazer nova revista nos armários, dessa vez mais minuciosa, procurando cabide por cabide; quem sabe não tem outra roupa pendurada por cima no mesmo cabide…

Aliás, caso você também não enxergue, ouça o que estou dizendo: nunca, mas nunca mesmo, pendure mais de uma peça no mesmo cabide, pois isso pode significar horas de atraso.

Termino a busca desesperada e nem cheiro do casaco branco.

Bom, hora de ampliar os horizontes. Quem sabe pendurei na bicicleta ergométrica. Nada. Caiu no chão, Não. No varal, no banheiro, cadeiras da sala… Não há vestígio de casaco branco. Começo a acreditar em duendes e suas brincadeiras de mau gosto como esconder roupas. Acho melhor ligar para a Cléo, a moça que vai uma vez por semana limpar minha casa. Ela não tem idéia. Fico pensando se já estariam comendo o bolo do casamento.

Sento na cama sem saber o que fazer.

Posso ficar me lamentando por não ter visão para encontrar mais rápido o casaco. Posso passar o dia procurando e perder o casamento.

Visto uma outra camisa marrom de cetim, lindíssima e pego um táxi. Chego a tempo e me divirto com a história.

 

Beijos e até!

Thays Martinez

Postado em: http://antenadissima.wordpress.com/2009/08/25/cade-meu-casaco-branco/

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dia das mães

Ju

Jucilene Braga, 28, o filho Gianluca, de 5 anos, e o cão-guia Charlie

E não se preocupe minha mãe querida, com o “olhar” cuidadoso para o meu caminho na tentativa que eu siga sem cair nos empecilhos ao longo da minha jornada. Sua luz intensa de viver irá, com certeza, fazer isso muito melhor do que qualquer visão apurada do mundo

Fonte: blog Assim como você – de Jairo Marques

http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br/arch2009-05-03_2009-05-09.html

sobre o autor do Blog, Jairo Marques, 34, atuou como repórter da Folha durante sete anos participando das mais diversas coberturas pelo país. Ingressou no jornal por meio do programa de treinamento da 27ª turma, em 1999, meses após se formar em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Depois de várias andanças pelo Brasil e conhecendo realidades de vida distintas, resolveu fazer pós-graduação em Jornalismo Social na PUC-SP. Atualmente, é chefe de reportagem da Agência Folha, coordenando a produção da equipe de correspondentes nacionais do jornais e mais um grupo de repórteres na sede, em São Paulo. Nasceu em Três Lagoas (MS). É cadeirante desde a infância.

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“Sabedoria em gotas”

gotas

por Antenadíssima

Gente, é impressionante como as pessoas se surpreendem com algumas coisas que conseguimos fazer sem enxergar. às vezes essas coisas nos parecem tão simples, depois que encontramos uma maneira de adaptá-las, mas, para quem ainda não descobriu, essas pequenas coisas podem se tornar barreiras que causam muito desconforto.

Lembro-me de um desses casos. Quando trabalhava no Banco Real, muitos amigos ficavam perplexos com o fato de eu conseguir contar sozinha as gotas de adoçante que colocava no café. Uns contavam para os outros e, vira e mexe lá vinha alguém me testar, dizendo que queria ver eu contar as tais gotinhas.

Uma vez, uma amiga, que também não enxerga, entrou em contato comigo pelo MSN perguntando se eu tinha alguma solução para o problema dela:

“Estou morrendo de cólica e preciso tomar um remédio, mas, não gostaria de pedir para a turma da ala masculina. Você tem alguma dica para eu contar as gotas sozinha?”

Então contei a ela o segredo que nunca revelei aos amigos do Banco Real!

Mas, vamos lá, compartilho agora com vocês.

Use um copo descartável, de preferência de plástico. Como ele é fino e leve, faz com que você sinta facilmente a vibração das gotas que caem.

Segure o copo bem próximo da borda, pois, assim, a vibração é maior.

Posicione o bico do frasco de adoçante ou remédio mais ou menos no centro do copo e eleve um pouco a mão.

A distância faz com que a gota caia com mais força e o posicionamento do conta-gotas no centro evita que elas rolem pela parede do copo, o que nos impediria de sentir se caíram ou não.

Com a prática podemos sentir mesmo em copos de outros materiais.

Thays

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