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Archive for outubro \29\UTC 2009

Boris – legend

 

Boris e thays

Boris

Queridos
Boris se foi na noite de sábado.
Tenho certeza de que todos que conviveram com este verdadeiro anjo, devem, como eu, estar sentindo a perda de um grande amigo.
Mais que um cão, ele foi um dos seres mais extraordinários que já tive o privilégio de conhecer em minha vida. Sua nobre missão  foi muito além de tudo que se esperava. Em sua dedicação infinita, Boris irradiava e distribuía – sempre generosamente – carinho e alegria para todos que dele se aproximavam em busca de um momento feliz.
Até mesmo para aqueles que só o conheceram por suas histórias, às vezes comoventes, por outras divertidas, mas todas sempre reveladoras de sua grande alma e espírito superior, Boris, em sua simplicidade e descomplicação, trouxe luz e sabedoria.
Após uma admirável passagem por esta existência, tem agora seu merecido repouso em alguma outra dimensão que, por desconhecermos, nós que ainda não fizemos a travessia, chamamos ingenuamente de céu. Se este lugar, no entanto, existe apenas em nossos corações, então é lá que Boris, em nossas lembranças, viverá para sempre.
Saudades, Boris
Com amor
Maria Augusta

http://www.caoguia.net


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comentário de Célia

Oi…. passei por aqui pois visitaram meu blog e deixaram este endereço. Estive olhando os tópicos e encontrei coisas bem interessantes; dentre elas estas dicas para aplicação de maquiagem, coisas que nunca encontraria na área que atuo: Educação. Vou tomar a liberdade de levar estas dicas para colocar em meu blog: Deficiência e Inclusão Social, pois apesar de trabalhar na área da Educação procuro dar enfoque em todos os tipos de situações em que a pessoa portadora de deficiência possa melhorar sua qualidade de vida. São informações que parecem simples para quem não precisa, mas são valiosas e podem fazer a diferença na vida de quem precisa. Parabéns pela sua página!!! Adorei sua visita, passe por lá mais vezes, adoro comentários e sugestões, pois tenho aprendido muito com as pessoas que passam por lá e deixam dicas ou até pedem ajuda; mesmo quando não sei vou atrás para responder. Beijos no seu coração…

RI- seja bem vinda professora! adoramos seu comentário.

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Luciana de Almeida Costa nasceu em Barretos no dia 16 de outubro de 72.
Foi boia-fria, doméstica, cursou a faculdade de Educação Física em Catanduva e é graduada em Odontologia pela Unifeb de Barretos. Com a morte do deputado Enéas Carneiro, Luciana Costa assumiu a vaga de deputada federal em 8 de maio de 2007.
Na Câmara Federal, a deputada tem cadeira titular nas comissões permanentes de agricultura, pecuária e desenvolvimento rural, atuando ainda na defesa do consumidor. Como representante da mulher, Luciana Costa tem apresentado projetos voltados para a família, a infância e a juventude. A deputada tem incentivado programas de fomento do turismo rural e do esporte de base. Em 2009, recebeu a medalha da Ordem do Mérito, Ministério Público Militar, Alta Distinção.
Luciana Costa foi a maior novidade da política barretense recente. De filiada ao Prona, com uma campanha humilde para o legislativo, foi convocada para assessorar o deputado Enéas Carneiro. Foi sua primeira suplente, aprendendo com o mestre a assumir posição, postura e missão. Em pouco tempo, mergulhou na difícil arte da política brasileira.
A vida tem sido dura para a boia-fria de ontem, que passou fome na infância, sofreu maus-tratos domésticos e superou marcas e decepções. E mesmo depois da “transformação política”, chegando ao parlamento, tratou de cultivar a simplicidade e o zelo no trato com o próximo.
Sem ser ingênua, teve que aprender rapidamente as artimanhas da política. Apesar de ganhar a vaga de Enéas Carneiro, não recebeu do experiente político as lições práticas do convívio parlamentar. Foi aprender sozinha, enfrentando a tribuna, as provocações e as insinuações dos bastidores do poder.
-Luciana Costa tem feito enormes esforços para representar Barretos e a região na Câmara Federal.
A deputada tem sido hábil em escutar, cuidadosa no falar e persistente no agir. Muitas vezes passa a imagem de “insegurança” ou “dúvida”. Mas sua história de vida é de adaptações continuadas, de aprendizado permanente e de superação de desafios insistentes.
-Luciana Costa chegou onde muitos tentaram e não conseguiram e alguns até talhados para a política não tiveram a coragem de encarar.
Difícil definir hoje o futuro político da deputada federal Luciana Costa. Entretanto, completando 37 anos de vida, tem muitas histórias para contar, testemunha da fé que remove montanhas. Mais ainda: sem confundir simplicidade com ingenuidade, sem trocar dignidade por arrogância, atenta as origens humildes e sonhando sempre com um país melhor, a deputada federal Luciana Costa serve de estímulo para uma nova geração de políticos barretenses.

Justa homenagem para uma parlamentar que está sempre atenta as questões da inclusão.

Parabéns deputada Luciana Costa

fonte = http://www.odiariodebarretos.com.br

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Hello world!

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UMA NOVA EXPERIÊNCIA,

EUREKA LABs

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Instituto São Rafael torna a inclusão possível em escolas regulares

Deficientes visuais podem frequentar 76 instituições regulares de ensino na capital e contar com o apoio de professores itinerantes

Amanda Almeida – Estado de Minas

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MARCOS MICHELIN/EM/D.A PRESS

Cego desde o nascimento, João Victor, de 6 anos, tem vida normal como qualquer criança: faz natação e quer tocar piano

João Victor Alvim Messias, de 6 anos, tem um jeito particular de ver o mundo, que surpreendeu a professora Fernanda Ferreira logo nos seus primeiros dias de aula em fevereiro. Ela contava aos 20 alunos que, depois de uma cirurgia, tinha de usar uma cinta no abdome para auxiliar a recuperação. Braços esticados, o menino a tateou e fez mais uma de suas descobertas. “Levamos um tempo para assimilar que ele simplesmente vê com as mãos”, conta a supervisora do Colégio Cristão de Belo Horizonte, na Região Nordeste da cidade, Luciane Fares.

Ainda recém-nascido, João Victor perdeu a visão fisiológica, mas não a capacidade de enxergar. Decifra o mundo com as mãos, os ouvidos e o coração: uma lição e tanto para os companheiros de escola. Hoje, ele integra um projeto do Instituto São Rafael de inclusão dos deficientes visuais em escolas regulares. Inserir o menino em uma escola regular sempre foi o sonho da mãe, Viviane Alvim, de 36. “Tinha a opção de deixá-lo em uma turma especial no Instituto São Rafael, mas a vida dele não ia ser só lá. O mundo dele é o mesmo que o nosso e ele tem que conviver com todos”, acredita. O próprio instituto se responsabilizou pela inclusão do menino em uma turma regular, quando a mãe o matriculou no Colégio Cristão.

Criado em 1989, o projeto de professores itinerantes do São Rafael atende 76 escolas que recebem alunos com pouca visão ou cegueira. “É importante que os colégios possibilitem a inclusão do deficiente. Qualquer colégio pode requisitar nosso trabalho ao recebê-los. Basta abrir a porta para ajudarmos na adaptação”, explica Paula Branco Morais, uma das cinco professoras que visitam as escolas.

Esperto e desprendido, João Victor sabe contar detalhes de sua história. “Para começo de conversa, nasci da barriga da minha mãe. Éramos gêmeos e com apenas seis meses de gravidez a barriga ficou tão grande que ela precisou procurar o médico. Então, nós nascemos prematuros. Minha retina não estava bem formada e se descolou”, descreve. A cegueira foi descoberta quando o garoto tinha 3 meses. Como não esboçava reações a movimentos em frente ao seu campo de visão, a mãe começou a desconfiar. “Chorei uma semana seguida depois da notícia. Mas parei e pensei: meu filho não precisa de alguém fraco ao lado dele. Me fortaleci e me esforço para dar uma vida normal a ele”, lembra Viviane. A irmã gêmea, Ana Vitória Messias, não teve as mesmas complicações e enxerga normalmente.

Família

Com o apoio do marido e da família, Viviane largou o emprego de doméstica e passou a se dedicar exclusivamente ao filho. Desde os primeiros meses de vida, João Victor frequenta o Instituto São Rafael e é acompanhado por profissionais da área da saúde e educação de clínicas particulares. “Queria que ele se desenvolvesse e não dependesse da ajuda dos outros. Não quero que ninguém veja meu filho como ‘coitadinho’ ou anormal. Desejo que ele tenha a mesma vida da minha filha. E, por enquanto, estou conseguindo”, diz.

Quando estava prestes a completar 2 anos, o menino sofreu mais uma perda. Depois de um acidente de trânsito, o pai morreu. “Ele faz falta na criação. Mas proteger o meu filho foi um grande motivo para me reerguer”, conta Viviane. Ela voltou a morar com a mãe, três irmãs e três sobrinhos no Bairro Renascença, na Região Nordeste da capital. “O João Victor é a nossa paixão. Uma das minhas irmãs fez curso de braile para ajudá-lo e eu também pretendo fazer ainda este ano. Fiquei emocionada quando ele aprendeu a separar sílabas”, relata uma das tias Roberta Alvim, de 37.

A COLABORADORA FERNANDA COUTINHO NOS ENVIOU O LINK: FONTE

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/09/29/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=129625/em_noticia_interna.shtml

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